Utilizar conceitos de cloud em suas cargas de trabalho traz uma flexibilidade fora do comum.

O melhor disso é que a utilização do cloud em si não exclui a possibilidade de aplicação de ambientes locais, nem sequer o limita a um provedor.

A utilização dessa flexibilidade e seu potencial é chamada de nuvem híbrida e pode evoluir para um conceito de multicloud. Continue lendo nosso post e veja como isso funciona!

O que é nuvem híbrida?

A nuvem híbrida trata de um ecossistema que envolve duas infraestruturas, podendo ser local + cloud público ou duas cloud públicas.

A hibridez, em si, é caracterizada pela presença de dois ambientes funcionando em conjunto.

Portanto, a presença de um ambiente de cloud, nesse contexto, é o que conhecemos como nuvem híbrida.

Ao escolher pela arquitetura híbrida, adquire-se um mecanismo que estende a capacidade da nuvem, seja para atender necessidades específicas do seu ambiente, ou otimizar orçamentos enquanto sua empresa evita a criação de dependência com serviços de um determinado provedor, o que pode se tornar um grande problema no futuro.

Como ela funciona?

Através de conexões de rede via LAN, WAN e VPN, é feita a interconexão entre o ambiente cloud e o segundo ambiente, que pode ser de outro cloud provider ou, até mesmo local, conforme já falamos.

Através de uma camada de abstração, cria-se uma plataforma para instanciar serviços, como instâncias, containers ou armazenamento.

Assim, estes recursos são distribuídos entre as duas infraestruturas de acordo com a demanda de cada serviço.

O gerenciamento desse ecossistema fica a cargo de um software que vai interagir com as APIs dos dois ambientes e movimentar as cargas de trabalho quando necessário.

Quais são as principais vantagens da nuvem híbrida?

A utilização da nuvem híbrida viabiliza outro conceito chamado de edge computing.

Isso significa que você pode manter suas cargas de trabalho que demandam baixíssima latência mais perto dos usuários e sistemas que necessitam deste tipo de conectividade.

O inverso também pode ocorrer.

Alguns sistemas podem, e devem ser movidos para mais perto do usuário final, que em alguns casos é externo.

Vemos, então, o balanceamento das cargas ao mesmo tempo em que o ambiente passa a escalar com maior facilidade.

Há também situações onde requisitos de segurança ou ferramentas específicas podem estar disponíveis em um provedor enquanto outros recursos só estão disponíveis em outro.

Assim, pode-se aproveitar o melhor dos mundos sem maiores complicações.

Outro fator que torna o cloud híbrido interessante é poder mover suas cargas de trabalho para o provedor que oferecer o melhor custo-benefício.

Em tempos de instabilidade de mercados e a alta volatilidade das moedas internacionais, é vital possuir mecanismos de otimização de custos.

Por fim, a nuvem híbrida atua como uma camada de abstração que dispensa a curva de aprendizado de vários cloud providers e foca apenas na sua plataforma, que vai abstrair todo o resto e trazer mais praticidade.

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(Imagens: divulgação)


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