O mundo em que vivemos está cada vez mais conectado e voltado para os meios digitais. Não é a toa que chamamos esse momento da humanidade como a era da informação.

Os dados que geramos e armazenamos, tanto em nossa vida pessoal quanto profissional, possuem um valor inestimável.

A maneira utilizada para classificar e se relacionar com essas informações faz toda a diferença no dia a dia.

Por isso, existem algumas ferramentas nos possibilitam organizar e interagir com uma imensa variedade de tipos de dados e em um volume massivo.

Neste post você irá conhecer os principais bancos de dados e seus usos. Continue a leitura e saiba mais.

Quais são os tipos de bancos de dados?

Dependendo de como você deseja organizar e recuperar suas bases, existem dois tipos de bancos de dados mais conhecidos.

A escolha também pode se dar pelos tipos de dados que serão manipulados e a forma com que serão distribuídos.

Banco de dados relacional

Nesse caso, os dados são criados em uma orientação de conjuntos. As tabelas possuem atributos ou registros que podem ser utilizados para relacionar a informação contida em várias tabelas.

Antes de qualquer inserção de dados em um banco relacional, todos os modelos de tabelas devem estar definidos e o dado só pode ser gravado dentro deste escopo.

A interação com esse tipo de banco se dá através da linguagem SQL, ou Structured Query

Language. É muito comum ver esse tipo de banco de dados em sites, CRMs, sistemas de gestão financeira e ERPs.

Banco de dados não-relacional

Aqui temos um modelo orientado a documentos. Nesse caso, vários tipos de dados podem ser misturados sem maiores complicações.

Ao usar uma base NoSQL, você não precisa definir a estrutura de dados antes de gravá-los na base. O consumo do banco de dados também se dá através de APIs orientadas a objetos.

Entre as principais vantagens, destaca-se a extrema facilidade em escalar esse tipo de SGDB.

Por isso, você costuma encontrar esse tipo de base em sistemas com fluxo massivo de dados.

Quais são os bancos de dados mais conhecidos?

A adoção de um SGDB vai depender principalmente do sistema que o utilizará e do nível de serviço desejado.

Com isso, vamos elencar alguns dos mais utilizados tanto no universo enterprise, que tem altos custos, quanto no mundo open source.

Oracle

Em termos de enterprise, é comum vermos bases de dados Oracle, principalmente porque este fabricante também entrega o hardware específico para a plataforma.

Isso gera uma maior confiabilidade no sistema, bem como garante seu máximo desempenho.

MySQL

Também pertencente à Oracle, porém opensource, é um banco de uso geral que é muito utilizado em sites e sistemas web. Por ser fácil de instalar e configurar, é amplamente adotado como SGDB de sistemas baseados em software livre.

Microsoft SQL Server

O sistema de gerenciamento da Microsoft está disponível em várias versões e, além das capacidades de banco de dados relacional, também entrega ferramentas para desenvolvimento de dashboards e extração avançada de dados com Business Intelligence.

PostgreSQL

Outro SGDB opensource, porém com uma comunidade fortíssima apoiando seu uso nos moldes enterprise. Famoso por sua robustez, também tem sido pioneiro em adicionar funcionalidades antes exclusivas de bases NoSQL.

MongoDB

Altamente escalável e também envolvido no modelo opensource, o MongoDB permite que a busca por dados ocorra de uma forma mais ampla e natural, como através de funções JavaScript, Regex e intervalos.

O MongoDb também é famoso por sua rapidez e facilidade de configuração.

Redis

Este Banco de dados NoSQL é muito famoso por fazer o “meio de campo” entre aplicações e SGDBs tradicionais. Trata-se de uma base de dados de chave-valor, e quanto mais distribuído, mais performático.

É muito comum encontrar o Redis atuando como cache para dados de aplicativos, isso porque além de rápido, ele não está limitado apenas a dados simples como texto.

Agora que você conhece os principais bancos de dados e quais são seus usos, continue conosco e leia o post como ficará o mercado de cloud computing após o impacto do COVID-19?

(Imagens: divulgação)


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