Algumas definições de cloud Computing podem, por muitas vezes, trazer certa confusão.

Pode parecer clichê, mas, nesses casos, definir é limitar.

Vamos começar conceituando a nuvem como um conjunto de técnicas e ferramentas usadas para um determinado ambiente, com o objetivo de flexibilizá-lo e torná-lo escalável.

Dentro dessa ideia, existem dois tipos de nuvem que são muito procuradas: a multicloud e a cloud híbrida.

Nesse post vamos falar sobre cada uma delas, mostrando suas principais diferenças e como escolher a mais adequada para seu negócio, continue lendo e confira!

Multi Cloud e cloud híbrida: qual a diferença?

Com um primeiro conceito, podemos contextualizar as formas de se utilizar o cloud computing mesclando capacidades em diversos ambientes.

Vejamos como isso acontece nos dois casos:

Multicloud

Por convenção, este conceito considera que você utiliza vários provedores públicos a fim de extrair suas melhores características em cada serviço que sua empresa necessita.

Isso pode ser relacionado ao serviço, à amigabilidade da interface e, até mesmo, à legislação da região atendida.

Por exemplo: você pode priorizar em um cloud provider para ter um serviço de banco de dados mais performático na sua região, enquanto pode optar por um provedor mais barato para usar nos seus ambientes de teste.

O importante de se notar aqui é que a medida que os ambientes crescem, eles precisam ser orquestrados para que sua empresa não perca o controle e, consequentemente, os benefícios dessa estratégia.

Cloud híbrida

Neste caso, além de utilizar um ou vários cloud providers, sua empresa também precisa contar com uma infraestrutura local onde seus serviços são provisionados.

Isso significa que toda a responsabilidade de adquirir, instalar e manter sua infraestrutura física fica com a sua empresa.

Vale lembrar que depois de instalado, o data center não se configura nem se interconecta sozinho, então, sua empresa terá que lidar com as atividades e custos relacionados a isso também.

Qual é a melhor para minha empresa?

As necessidades e o orçamento da empresa sempre vão definir o melhor cenário.

Caso seu negócio tenha alta demanda de baixa latência e está limitada a links de internet de baixa velocidade, provavelmente vai ser necessário manter uma infraestrutura local e todos os seus custos relacionados.

Quando, além da demanda interna, for preciso disponibilizar serviços ao cliente, que a estrutura local não suporte principalmente pela baixa velocidade de conexão com a internet, temos aqui o típico cenário de cloud híbrida, que pode englobar a multicloud ou não.

Geralmente as empresas já possuem algum tipo de infraestrutura local, muitas vezes totalmente fora de conformidade.

Nesses casos é possível afirmar que uma nuvem híbrida pode ser o primeiro passo para migração e implantação da multicloud.

Se sua empresa possui excelente conectividade com a internet e não tem demandas muito específicas que necessitem de estrutura local, o multicloud, com certeza, será o melhor caminho.

O importante mesmo é não estar limitado a conceitos, já que o que se define por cloud está em constante expansão.

Cada serviço precisa ser minuciosamente analisado quanto aos seus requisitos e a forma como serão acessados para, então, termos uma visão real e contextualizada para analisar qual estratégia é melhor, considerando seus riscos e vantagens.

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(Imagens: divulgação)


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