A palavra ransomware aterroriza gestores e usuários de TI já há alguns anos, principalmente após os primeiros grandes incidentes envolvendo esse tipo de ataque.

Mas, é preciso esclarecer alguns mitos.

Existem crenças errôneas entre os usuários mais afoitos, de que esse tipo de ataque ocorre “do nada” e não é incomum relatos de gestores de TI desligando disjuntores e, literalmente, arrancando data centers da tomada com medo de ter seus dados sequestrados.

É fato: a ameaça existe, mas é preciso conhecer os riscos e vulnerabilidades para saber se proteger.

Vamos mostrar isso nesse post, continue lendo e confira!

O que é ransomware?

O ransomware é um malware que impede que o usuário tenha acesso aos seus dados e exige um resgate para devolvê-los, geralmente, em criptomoeda.

Esse é um comportamento padrão e a grande variação é a forma como o ataque é feito.

As consequências da infecção por ransomware podem ser desde o bloqueio total do sistema operacional e arquivos da máquina, ou ainda apenas em dados específicos.

Em quais situações fica-se vulnerável a um ransomware?

Prevenir sempre é a melhor opção, portanto, se seu sistema operacional não possui um monitoramento em tempo real para detectar comportamentos suspeitos de aplicativos, você está vulnerável.

Sistemas desatualizados, geralmente, possuem vulnerabilidades amplamente exploradas.

Esse tipo de brecha pode, até mesmo, conceder acesso remoto ao atacante, sem que haja necessidade de usar técnicas de engenharia social.

Falando em engenharia social, é dessa forma que a maioria dos ataques ocorre.

Se seus usuários não têm conhecimento sobre esse tipo de ameaça, seus sistemas também correm risco, ainda que possuam todas as outras formas de proteção.

Alguns atacantes mostram mensagens aos usuários a fim de convencê-los a clicar em um link malicioso.

Essas mensagens são como “seu computador está infectado, clique aqui para resolver isso!”.

Elas acabam por induzir os usuários a clicar, seja por medo de ter feito algo que possa estragar o computador, seja por vontade de resolver um suposto problema por conta própria.

É muito importante que haja interação constante da equipe de TI, devidamente apoiada pelo corpo gestor da empresa, com os demais usuários do parque computacional.

Se o usuário não vivencia uma experiência adequada para ver como é atacado, provavelmente, cairá nas mais típicas armadilhas de clique, phishing e sites clonados.

Como se proteger?

Capacitar seus usuários e mantê-los alerta sobre esse tipo de ameaça é uma forma muito eficaz de se precaver.

As técnicas de engenharia social que os atacantes usam para fazer o usuário final clicar em um link malicioso ou abrir um arquivo infectado, exploram a inexperiência e falta de conhecimento.

Além disso, possuir um sistema de antivírus com atualizações constantes das definições de vírus é um ponto chave para se proteger desses ataques, pois, o usuário, ainda que bem orientado e intencionado, pode cair no erro e abrir um arquivo infectado.

Assim, o antivírus será uma barreira eficiente que pode impedir um ataque bem-sucedido.

Vale lembrar: a eficácia de um antivírus, nesses casos, depende de sua capacidade de monitorar a execução de programas e arquivos em tempo real, podendo bloquear qualquer ameaça.

Esse tipo de abordagem demanda recursos computacionais, portanto, o sistema de proteção precisa ser muito bem otimizado para não comprometer o desempenho da máquina.

A CL9 Tecnologias pode ajudar nesse sentido. Conheça nossa solução em antivírus e tenha o melhor em segurança para seus servidores e usuários!

(Imagens: divulgação)


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