As redes corporativas e a internet utilizam de arquiteturas entre Cliente e Servidor para fornecer aplicações e serviços para milhões de usuários.

Nesse post vamos mostrar o que são esses servidores, como eles funcionam, quais são os seus objetivos e também as suas nuances.

Continue lendo e saiba tudo a respeito dos Servidores de Aplicação!

O que são Servidores de Aplicação?

Também amplamente chamados por sua tradução em inglês, os Application Servers, assim como o nome sugere, servem para que aplicações sejam acessadas por clientes via rede.

A plataforma de um Servidor de Aplicação contém todos os módulos necessários para que determinado código de uma aplicabilidade seja executada e cumpra seu objetivo, respondendo aos clientes que acessam essas aplicações e lhes entregando as informações requisitadas.

Qual o objetivo dos Servidores de Aplicação?

O objetivo de um servidor de aplicação é facilitar o acesso às aplicações sem que seja necessário instalar seus módulos nos clientes.

Assim, o gerenciamento fica centralizado e se torna mais fácil mantê-lo.

Essas facilidades de gerenciamento centralizado não beneficiam apenas os clientes que acessam a aplicação, mas também agilizam o trabalho dos desenvolvedores e demais atividades de deploy.

Como funciona um servidor de aplicação?

O funcionamento do servidor de aplicação vai depender da linguagem de programação, das necessidades de interconectividade com redes e bancos de dados, bibliotecas requisitadas pela aplicabilidade em si, etc.

Em ambientes legados, um servidor de aplicação deve aparecer como programa que estritamente realiza o trabalho de executar o código-fonte de uma aplicabilidade e a servir de fato aos clientes.

Os mais famosos são o Tomcat, Apache, Nginx, IIS, IBM Websphere e assim segue longas listas que abrangem também vastas linguagens de programação.

Também é comum encontrar o uso de Terminal Services dentro desse contexto, para manter um aplicativo que originalmente seria instalado no cliente, dentro de um servidor e proporcionar um acesso remoto.

Isso ocorre tanto por facilidade de gerenciamento quanto por razões de economia com licenças.

Servidores de Aplicação no cloud computing

Já no contexto de cloud, você encontrará Servidores de Aplicação em uma abordagem mais de Platform as a Service.

Isso porque um Servidor de Aplicação na nuvem já terá, na sua configuração inicial, todos os requisitos necessários para que uma aplicabilidade seja servida, restando apenas fazer o deploy de seu código-fonte.

Alguns exemplos muito comuns são os servidores para aplicações WordPress e Joomla, que vêm com toda a parte de segurança, base de dados, módulos principais e outros requisitos já instalado.

Tratando de cloud, não apenas a parte de instalação e suas boas práticas já são entregues de forma simples e prática, mas também a manutenção da segurança, backup, restore e tantas outras coisas que um servidor de aplicação demanda à uma equipe de TI.

Tudo isso em um painel objetivo e simplificado e, muitas vezes, de forma automática.

Entre os quesitos externos necessários para que sua aplicação seja acessada por seus clientes está a configuração de registros DNS, o que seria um novo servidor.

No entanto, em cloud computing você gerencia seus domínios e publica suas aplicações no mesmo painel.

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(Imagens: divulgação)


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